Sinistro em empresa não cobra só o prejuízo do dia. Cobra o faturamento que não entrou enquanto a porta esteve fechada, e essa é a parte que quase ninguém contrata.
Cada seguradora chama a mesma coisa por um nome diferente. Aqui está o que importa na prática.
A base da apólice, sobre prédio, máquina e estoque.
Mercadoria, equipamento e valores em trânsito ou no caixa.
O faturamento do período parado. É o que mantém a empresa viva depois do sinistro.
Dano que a sua atividade causa a cliente e a terceiro.
Equipamento eletrônico, dado, sistema e ataque. Cada vez mais o que para a empresa é digital.
O corriqueiro que estraga o mês de quem tem loja.
Sinistro negado quase sempre nasce de uma dessas quatro linhas. Ler agora custa cinco minutos, descobrir depois custa a indenização.
Serve, e é onde costuma sair mais barato. Escritório, clínica, salão e loja têm apólices desenhadas para o porte.
Se você declara metade do estoque para pagar menos, a seguradora indeniza proporcional. É a armadilha mais comum do seguro empresarial.
Funcionário entra por seguro de vida em grupo e por acidente de trabalho, que são apólices separadas e muitas vezes exigidas em convenção coletiva.
Para valores maiores a seguradora pede vistoria e, em alguns casos, laudo elétrico. A gente organiza isso antes de emitir, e não depois do problema.
Somos consultoria de seguros no Morumbi, em São Paulo, com registro SUSEP 68371J, e trabalhamos com as principais seguradoras do país sem depender de uma só.