Ninguém contrata seguro de vida pensando em si. Contrata pensando na conta que continua chegando: a escola, o financiamento, o mês seguinte de quem depende de você.
Cada seguradora chama a mesma coisa por um nome diferente. Aqui está o que importa na prática.
Natural ou acidental, com indenização para quem você indicar como beneficiário.
Perda funcional que tira a sua capacidade de trabalhar. Paga em vida.
Câncer, infarto e AVC, entre outras. Antecipa capital no diagnóstico.
Valor por dia parado, para segurar o mês enquanto você se recupera.
Resolve na hora o que a família não tem cabeça para resolver.
Coberturas femininas específicas, incluindo câncer de mama e reconstrução.
Sinistro negado quase sempre nasce de uma dessas quatro linhas. Ler agora custa cinco minutos, descobrir depois custa a indenização.
Na maioria dos capitais, não. Acima de certos valores a seguradora pede declaração de saúde mais detalhada, e em alguns casos exame.
Quem você indicar, e isso não passa por inventário. É um dos poucos instrumentos que chega rápido na mão da família.
Muita gente usa exatamente para isso, porque o dinheiro entra fora do inventário e dá liquidez para a família não precisar vender bem às pressas.
Dá. Capital, coberturas e beneficiários podem ser revistos, e a revisão anual faz parte do nosso acompanhamento.
Somos consultoria de seguros no Morumbi, em São Paulo, com registro SUSEP 68371J, e trabalhamos com as principais seguradoras do país sem depender de uma só.