ORIGEM
Elisabete tinha quatro meses quando o pai morreu.
Ela não o conheceu. Herdou dele não a memória, mas as contas. Uma casa onde faltou. Uma infância medida pelo que dava para pagar. A pergunta que criança nenhuma deveria precisar fazer: dá?
Cresceu entendendo cedo demais que a ausência de um responsável redesenha a vida de uma família inteira.
E cresceu com uma pergunta que levaria anos para formular: precisava ter sido assim?
A morte era irreversível. A escassez que veio depois, não.
Havia como evitar. Havia fazia décadas, com nome, com contrato, com um custo que aquela família teria conseguido pagar. Ninguém nunca sentou com eles para explicar. E o que ninguém explica, ninguém contrata.
Aquela família não teve escolha, porque escolha exige que alguém informe você de que ela existe.
É sobre essa parte, a evitável, que Elisabete construiu uma carreira inteira.
FORMAÇÃO
Foi estudiosa desde cedo. Do tipo que não abandona uma coisa por ser difícil, e sim quando entende.
Sempre gostou de humanas, e essa escolha explica muita coisa. Antes de estudar apólice, estudou gente. É analista comportamental e tem formação em coaching, o que significa que a conversa começa muito antes do orçamento. Ela lê o perfil, entende o momento e reconhece o medo que a pessoa ainda não nomeou.
Otimista por decisão, não por ingenuidade. Quem viu de perto o que falta não é ingênuo. É alguém que olhou para o pior cenário e escolheu apostar mesmo assim.
Onde a maioria aceita que "é assim que funciona", ela enxerga algo que merecia funcionar melhor.
TRAJETÓRIA
Começou em Santo André, em 2010.
Como funcionária. Cumpria o expediente e voltava para casa com a convicção de que aquele trabalho poderia significar muito mais para quem estava do outro lado da mesa. Não queria ser reconhecida por bater meta. Queria ser reconhecida por servir.
Então estudou, e estudou por responsabilidade. Formação técnica reconhecida pela SUSEP. Graduação em Gestão de Seguros em 2024. MBA em Empreendedorismo e Negócios. Formação em coaching e em análise comportamental. Cada etapa com o mesmo propósito: garantir que, quando alguém sentasse à sua frente com medo de perder o que construiu, ela soubesse exatamente o que dizer.
Porque ela sabe o que acontece quando não há ninguém com essa resposta.
HOJE
Elisabete é diretora executiva da EM Consultoria em Seguros, corretora registrada na SUSEP sob o nº 68371J. Desde 2019 a empresa tem sede no Morumbi, em São Paulo.
É especialista em proteção e planejamento empresarial e financeiro. Atende tanto a família que quer garantir o próprio futuro quanto a empresa que precisa proteger operação, sócios e patrimônio. São escalas diferentes da mesma pergunta: o que acontece com tudo isso se um dia der errado?
A EM trabalha com 28 tipos de proteção das principais seguradoras do país, sem vínculo com nenhuma. Não é um detalhe técnico. É o que permite indicar a seguradora que resolve o caso do cliente, e não a que remunera melhor a corretora. A independência é o produto.
O trabalho começa antes da apólice e não termina nela. Cada cliente recebe o Guia de Boas-Vindas EM, com os canais de assistência 24h de todas as seguradoras parceiras reunidos em um só lugar, e passa a integrar o Clube Protege+.
Nenhuma família deveria descobrir o que é proteção no dia em que precisa dela.
Elisabete não pode voltar no tempo e proteger aquela menina de quatro meses.
Pode proteger a sua família hoje.
É por isso que a EM não vende com pressa. Explica até o cliente entender, não até ele assinar. E diz, quando é o caso, que não há necessidade de contratar nada.
O dia em que a vida vira do avesso chega sem aviso. Ninguém deveria descobrir naquele dia que estava sozinho.
OS SETE PILARES, QUE VIRARAM A CULTURA DA EM
O QUE VEM
Durante muito tempo, luxo foi acumular.
O mundo ficou incerto de um jeito que dinheiro sozinho não resolve. Emprego muda. Saúde vira. A economia acompanha. O que parecia sólido na segunda-feira já não é na sexta.
Nesse cenário, comprar ficou fácil. Difícil é chegar preparado.
Planejar é o novo luxo da vida.
Não se trata de ter mais. Trata-se de não perder o que já se tem. É acordar em um dia difícil e descobrir que a decisão tomada um ano antes resolveu aquilo, e que agora resta apenas atravessar, sem a conta vindo junto.
É esse o luxo que a EM constrói: proteção pensada antes, não corrida depois. Planejamento inteligente, feito por quem estuda o caso em vez de empurrar produto.
A EM começou no Morumbi e quer o Brasil inteiro. Não é ambição de bandeira no mapa. A família que mais precisa dessa conversa é justamente aquela com quem ninguém senta para conversar. A que acredita que seguro é coisa de rico. A que vai descobrir o que é proteção no pior dia da vida, como aconteceu com a família de uma menina de quatro meses, em algum lugar deste país, décadas atrás.
Cada cidade nova é uma família a menos passando por isso desavisada.
A EM não pretende ser a maior. Pretende ser a mais bem estruturada, a mais humana e a mais respeitada. A empresa que outras corretoras olham para entender como se faz.
De Santo André ao Morumbi. Do Morumbi ao Brasil.
E, quiçá, ao mundo.